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Versalhes – o Castelo

O castelo de Versalhes era um dos locais que eu precisava-visitar-senão-ia-morrer quando viajei para a Europa. Quem me conhece sabe que eu sempre adorei histórias de reis e rainhas, complôs da aristocriacia, revolução francesa e que Maria Antonieta da Sofia Coppola é um dos meus filmes favoritos. Qual a minha alegria ao passar por aqueles portões… Tem muitas coisas para falar sobre Versalhes, então vou dividir esse assunto em vários posts. Espero ter tempo para escrever sobre eles o mais rápido possível. Antes de mais nada, um pouco de história sobre o Castelo mais visitado da França.  Continue lendo

Museu de História Natural de Londres

 naturalO Museu de história natural de Londres é um espetáculo apenas pelo seu exterior. Assim que saí do metro, e dei de cara com a construção, fiquei admirada. Uma construção belíssima situada na conhecida Exhibition road, onde extistem outros 2 grandes museus – Victoria & Albert Museum e Science Museum. Além disso, a região é cheia de restaurantes, lojas – pertinho da famosa Harrod’s – e outras atrações históricas. Para a lista completa clique aqui (em inglês). Ideal para levar as crianças, e até mesmo adultos têm a diversão garantinda. Eu fui sozinha e me acabei de andar e brincar nas partes do museu. Quem curte animais e plantas pode passar horas lá dentro. Sâo 70 milhões de espécies, de plantas, fósseis, animais e rochas, do mundo inteiro. Os animais são de tamanho natural, inclusive os grandes mamíferos, como baleias e mamutes  até uma Lula (Squid) gigante. A parte sobre o sistema solar impressiona, e existe uma seção chamada ‘The Power Within’ onde as pessoas podem sentir a sensação de estarem num terremoto. Existe um canto com experimentos de ilusãoo de ótica, onde você pode ver experiencias brincar a vontade. No entanto, a maior atração desse Museu é a parte dos dinossauros. Existem ossadas de várias espécies e muita informação para ler. Ainda mais, as crianças (e adultos) ficam encantados pelos dinossaurozinhos articulados,  e pelo grande T-Rex que se mexem como se fossem ‘reais’.
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Dentro do prédio

E tudo isso de graça! Como a maioria dos museus públicos do Reino Unido, você não paga nada para entrar, pode ficar lá o tempo que quiser, e pode doar alguns pences ou pounds para o Museu, antes ou depois da visita. Existem algumas atrações pagas, dentro do Museu, mas nada especial se você não for nenhum aficcionado pelo assunto. Se você for ficar mais alguns dias em Londres,que dê para sair da linha Oxford Steet, Big Ben e outras atrações principais, sugiro pegar1 dia e fazer toda a região de Kensington e South Kensington a pé. Lá você encontra uns ‘parques particulares’ fechados a chave, coisa que só vi por lá, conhecer a antiga residência da Princesa Diana, conhecer a Harrod’s e muitas outras coisas. Chegar no museu é facinho, é só pegar o metro e descer na South Kensington Station, pela Circle, District ou Picadilly Line – depende da sua localização.

Só um aviso, se você não tem muita paciência com crianças, não vá. Ou escolha um dia de semana em período letivo.

 
 
 
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Fachada do prédio

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Pedras preciosas

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Dinossauros

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Grandes MamíferosDinossauros

British Music Experience

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O BME é um museu em Londres dedicado à história da música do Reino Unido. Ele foi aberto no fim de Março de 2009 e está localizado dentro da O2 Bubble Arena. Eu descobri esse local 15 dias antes de viajar na Folha de SP e como sou apaixonada pela música britânica há um bom tempo, não poderia deixar de dar uma passadinha por lá. Não me arrependi nem um pouco.

Achei um dos melhores museus que já visitei. Você entra numa sala de apresentação que parece a entrada para um show onde você é o artista. Você assiste à 1 vídeo que explica como funciona o museu e a maravilha que é o Smart Ticket, (já explico o que ele faz). O espaço é dividido por décadas, cada sala apresenta uma coleção de roupas e objetos de artistas famosos, além poder ver vídeos, ouvir histórias ou ler sobre os principais movimentos musicais, artistas e  discos mais populares da década. Então, é uma fonte imensa de informação. Você encontra coisas dos Sex Pistols, David Bowie, Spice Girls, Oasis e muitos outros artistas. Tudo é totalmente interativo e tecnológico. Você brinca, toca e/ou arrasta artistas e imagens para saber mais sobre eles. No centro do museu, existe um display com o mapa que lista todas as cidades que possuem casas de shows, cidade de origem ou qualquer outra coisa que fizeram alguma diferença na história da música do Reino Unido. Há também um display de vários aparelhos de reprodução de audio que surgiram ao longo dos anos, desde o jukebox ao ipod. Você pode escutar as músicas como são reproduzidas em cada um. Há um rádio que você sintoniza o ano, e escuta as principais notícias que aconteceram no mundo.

Outra parte é o Dance the decades, como o nome diz, você pode dançar pelas décadas. É um ambiente especialmente criado para você pagar um mico… rs, mas depois que passa a vergonha (porque todo mundo fica olhando mesmo) é divertido. Você seleciona um tipo de dança de uma década, faz uma aulinha copiando os movimentos da mulher que aparece em uma tela na sua frente. Depois disso, ela te coloca para dançar o ritmo escolhido enquanto você é filmado. Há espaços para improvisações e muita risada. Até eu que sou um pouco tímida acabei indo lá e soltando a franga no Twist e na Disco…. hahaha.

A parte mais legal com certeza é o studio da Gibson… principalmente se você toca ou já tocou algum instrumento musical. Mesmo se você não tem noção nenhuma, mas tem vontade, pode ir até lá. É basicamente uma sala grande com diversos modelos de guitarra, três baterias eletrônicas, um teclado, uma mesa de mixagem, e uma parte de canto. E o que você faz com isso? Você pode tocar todos! (Ou cantar) Isso mesmo, cada instrumento possui diversas programações de básica, intermediária e avançada. Você escolhe uma, faz os exercícios e no final, toca uma música que você escolheu, com a banda de fundo. (O som que aparece é o do seu instrumento de verdade, se você errar já era… rs) Claro que não perdi a oportunidade de tocar diversas músicas nos muitos modelos de guitarras (inclusive a do Carl do Libertines), e de quebra ainda tocar Blur na bateria (muito atrapalhada, só fiz 1 aula na vida real), e dar uma palhinha no teclado.

Agora, para que serve o maravilhoso SmarTicket que aparece ao lado? Em Smart Tickettodas as salas existem diversos Sensor Points, normalmente em cada fonte de informação e quando estiver vendo um assunto que te interessa, você passa o seu ticket. Isso te dará acesso às infos e muitos outros complementos no site da BME, para você continuar lendo e vendo filmes sobre o assunto quando estiver em casa. Cada ticket possui uma numeração única que serve como identidade, onde fica “gravado” todo o conteúdo. Sabe o que mais fica armazenado? As músicas que você tocou em todos os instrumentos no Studio Gibson, e você ainda pode fazer mais exercícios e video aulas pela internet. E não poderia faltar o vídeo-mico da Dance the decades.

Quem gosta de música não pode perder esse museu maravilhoso, eu adorei! Acho que passei lá umas 3 horas, no total. E conheci a O2 Arena, famosa casa de shows onde serão realizados os shows de despedida do Michael Jackson em Londres.

Localização: É super facinho de chegar, é só pegar a Jubillee Line até a estação North Greenwhich. Lá terão diversas placas indicando O2 Arena, e ao chegar na Arena, após passar o detector de metais, vá a direita e ande bastante. Não assuste por achar que está andando muito e não encontra o museu, o lugar é enorme, tem cinema, restaurantes, mercados e muitas outras coisas. Logo você verá a bilheteria.

Preço: £15 adulto e £12 estudantes, crianças, idosos, desempregados e deficientes. (Vale cada centavo!!)

Horário de funcionamento: Seg – Dom das 10h00 às 18h30 (última entrada, pois o museu fecha as 20h)